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Israel se declara em "guerra total"
Leia mais (30/12/2008 - 07h41)
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Na posse, prefeitos já preveem cortes
Leia mais (02/01/2009 - 08h32)
Tchecos assumem a presidência da UE, os eslovacos adotam o euro Último Segundo :: Mundo A República Tcheca e a Eslováquia estão nas manchetes da atualidade européia nesta quinta-feira, com a primeira passando a ocupar a presidência de turno da UE, e a outra somando-se à zona do Euro.Os dois países trilham, no entanto, caminhos muito diferentes desde a partilha da extinta Tchecoslováquia em 1993.
"Os 16 anos de independência da República Eslovaca foram um sucesso", felicitou-se o primeiro-ministro eslovaco Robert Fico vangloriando-se dos méritos do Euro na televisão tcheca.
Nestes tempos de crise, "posso dizer que fizemos a melhor escolha possível", declarou este europeu convicto que considera a moeda única um escudo contra os efeitos da crise global.
Desde a vitória da direita liberal (ODS) nas legislativas de 2006, a República Tcheca por sua vez adiou a entrada na zona do Euro apostando em sua independência monetária para apoiar seu desenvolvimento econômico e, depois, para melhor resistir à crise.
Durante muito tempo surdo aos apelos dos industriais locais que viram suas exportações sofrerem com o vigor da moeda do país, a coroa tcheca, o governo pilotado pelo primeiro-ministro liberal Mirek Topolanek decidiu finalmente fixar a data para a passagem ao euro: 1º de novembro deste ano.
"Pedi ao ministro das Finanças para preparar um plano de convergência até outubro", anunciou Topolanek nesta quinta-feira citando, também, o próximo lançamento de um plano nacional de luta contra a crise.
Até o momento fiéis à sua política de não-intervenção, os dirigentes tchecos recusaram a ajuda direta ou indireta do Estado a empresas em dificuldade, seja no setor automobilístico ou no de produção de cristais.
Ao contrário, a Eslováquia "colocou em prática desde 2006 uma política de um Estado forte, não de um mercado milagroso que vai resolver tudo", destacou o premier eslovaco nesta quinta-feira.
"A regulação e o controle pelo Estado são importantes na luta contra a inflação", disse Fico.
Para ele, o euro será um argumento a mais para convencer os investidores estrangeiros a escolherem a Eslováquia.
Nos últimos anos, a fiscalização mais branda e a legislação favorável aos empregadores permitiram ao país beneficiar-se de um crescimento vigoroso, com um resultado invejável de 7,4% previsto para 2008. Para Fico, o mérito pertence aos "eslovacos que trabalharam duro por salários bem afastados do nível do registrado nos países europeus mais avançados".
Já a coalizão liderada por Topolanek, na República Tcheca, chegou ao poder com a promessa de acelerar as reformas. Mas a fragilidade da coalizão de centro-direita formada em janeiro de 2007 após difíceis negociações políticas não permitiu manter o programa previsto. O país trabalha com um crescimento de mais de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2008.
Os dois países saídos do bloco soviético conheceram juntos a queda do comunismo em 1989, e aderiram cada um por sua vez à União Européia em 2004.
A partir daí, os eslovacos já ratificaram o tratado de Lisboa. Os tchecos só o farão em fevereiro próximo.
É então com a dupla deficiência de não pertencer à zona do Euro e de não ter-se pronunciado ainda sobre o Tratado de Lisboa que Praga assumiu nesta quinta-feira a presidência de turno da União Européia.
sof/jma/sd
"Saudável", Britney estampa capa de revista em janeiro Terra - RSS - Diversão
Após o conturbado ano de 2008, Britney Spears busca reerguer sua carreira e se afastar das polêmicas que renderam manchetes em tablóides ao redor do mundo. Abrindo 2009, a cantora norte americana estampa a capa de janeiro da revista Glamour.
Obama mantém tradição e testemunha no caso Blagojevich Último Segundo :: New York Times Todos os presidentes há mais de três décadas tiveram conversas com promotores federais em algum momento. O presidente eleito Barack Obama pode ter feito isso mais rápido do que os outros ao depor antes mesmo de sua posse.Obama falou com quatro investigadores na semana passada sobre a tentativa de leilão de sua cadeira no Senado. Como testemunha, e não como alvo da investigação, Obama parece ter tido uma experiência melhor que seus predecessores. Mas certamente não é assim que quer começar sua presidência.
"O cara ainda nem pegou seu smoking para a festa de posse e os promotores já querem falar com ele", disse Robert S. Bennett, um dos advogados mais proeminentes de Washington, que representou inúmeros membros do Congresso, secretários de gabinete e até mesmo o presidente Bill Clinton em todo tipo de acusações. "Essa é a era em que vivemos"
Outro reflexo da era é que Obama e sua equipe evidentemente não tentaram impedir o depoimento. No passado, alguns presidentes cooperaram com os promotores ou com os procedimentos judiciais de forma relutante, atrasando ou tentando limitar seu envolvimento enquanto expressavam preocupação sobre suas prerrogativas como chefes de Estado. Mas nos últimos anos, a prática se tornou tão comum que os assessores de Obama disseram que o possível depoimento nunca foi questionado.
"Não houve nenhuma hesitação sobre sua disponibilidade - nenhuma", disse uma pessoa envolvida na questão.
Ele foi questionado na última quinta-feira em seu escritório de transição em Chicago por dois assistentes da promotoria e dois agentes do FBI investigando a suposta tentativa do governador Rod R. Blagojevich de Illinois, um democrata, de lucrar com sua indicação do sucessor de Obama ao Senado. O presidente eleito foi acompanhado por seu advogado pessoal, Robert F. Bauer, e um associado, mas não por Gregory B. Craig, que foi escolhido como representante da Casa Branca.
Obama não teve muita opção além de concordar com o depoimento, disseram os veteranos legais.
"Seria possível atrasar o depoimento com um bom advogado de defesa", disse Bennett, que conseguiu adiar o processo de assédio sexual de Paula Jones até depois da reeleição de Bill Clinton em 1996. "Podia pedir a uma corte por alternativas".
Mas Obama eventualmente teria que cooperar, disse Bennett.
"No mundo real, no começo de uma nova gestão, ele iria querer começar assim", ele afirmou. "Ele já imaginava as manchetes - aqui está um cara que fala de abertura e transparência".
- PETER BAKER
Israel afirma que milícias palestinas "pagarão" por foguetes lançados Último Segundo :: Mundo Jerusalém, 25 dez (EFE).- O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, advertiu hoje às milícias palestinas em Gaza que pagarão um "preço muito alto" se continuarem os ataques contra Israel, depois que na quarta-feira os grupos dispararam mais de 100 projéteis.As declarações de Barak ocorreram depois que, esta manhã, pelo menos dois foguetes Qassam disparados a partir da faixa atingiram solo israelense, no kibutz Shaar Haneguev, sem causar danos.
A imprensa local informa hoje que as Forças Armadas de Israel finalizam os preparativos para lançar uma eventual operação em grande escala na Faixa de Gaza.
Na quarta-feira, milicianos de distintas facções em Gaza, entre eles o braço armado do Hamas, atiraram cerca de 100 foguetes e bombas contra solo israelense, que não deixaram feridos, mas causaram preocupação entre a população.
O Executivo israelense realizou hoje uma reunião extraordinária para analisar a possível resposta a esses ataques, e hoje a imprensa local abre suas páginas com manchetes nas quais é mencionada uma possível invasão terrestre à faixa em breve.
Barak afirmou que "não aceitaremos esta situação. Quem prejudicar os cidadãos e soldados de Israel, pagará um alto preço por isso".
Por sua parte, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, qualificou os ataques com foguetes de quarta de "absurdos" e disse aos jornalistas em Belém, onde à noite assistiu à tradicional Missa do Galo, que a situação vivida na Faixa de Gaza "é muito difícil e triste".
"Esperamos mais riscos que não desejamos a nosso povo ali porque não queremos que viva ameaçado e sob o bloqueio" israelense.
O líder palestino apelou igualmente ao Hamas, que governa a faixa desde junho de 2007 após enfrentar simpatizantes da facção rival Fatah, que volte à mesa do diálogo interno palestino a fim de conseguir a reconciliação nacional. EFE db/db
Imprensa do Equador exalta vice da LDU no Mundial Terra - RSS - Esportes Apesar de ter sido derrotada pelo Manchester United na final do Mundial de Clubes da Fifa, a Liga Deportiva Universitária (LDU) de Quito ganhou muitas boas manchetes na imprensa do Equador nesta segunda.
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Empresário vende jogo da sapatada de Bush por mais de R$ 18 mil Folha Online - Em cima da hora - Principal
O empresário de internet que criou o jogo on-line da sapatada no presidente George W. Bush anunciou nesta sexta-feira (19) que o vendeu no eBay em apenas quatro dias.
O britânico Alex Tew --que já tinha um episódio marcante relacionado à web, em 2006, quanto fez um milhão de dólares vendendo pixels por um dólar cada-- fez o sockandawe.com no domingo, logo após o jornalista iraquiano ganhar as manchetes mundiais por recepcionar o presidente dos EUA com seu sapato.
O que Tew classificou como "um jogo rápido e estúpido" virou um hit e superlotou o acesso ao site, a ponto do britânico querer comprar outro endereço para fazer suas esquetes humorísticas on-line.
Leia mais (19/12/2008 - 16h41)
Repórter que tentou agredir Bush ganha manchetes Terra - RSS - Mundo O jornalista iraquiano que jogou os sapatos no presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para insultá lo se tornou o principal assunto do país nesta segunda feira.
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