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Chile lança plano de US$ 4 bi para estimular economia
Terra - RSS - Mundo
A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou hoje um pacote de medidas de mais de US$ 4 bilhões, destinado a estimular o emprego e o crescimento frente aos efeitos da crise global no país.

EUA estabelecem zona de proteção marinha no Pacífico
Último Segundo :: Mundo
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciará nesta terça-feira a criação de três zonas de proteção marinha no oceano Pacífico, cuja superfície total terá 505.000 km2, uma área do tamanho da França.As três zonas, que serão designadas "monumentos marítimos nacionais", envolvem a Fossa das Marianas, a mais profunda do planeta, o Atol Rose, em Samoa, e uma rede de ilhas no centro do Pacífico, disse James Connaughton, chefe do conselho da Casa Branca para meio ambiente.

A nova zona de proteção marinha é maior que a anunciada em 2006 pelos Estados Unidos no Havaí, de 363.000 km2.

ksh/LR



Centenas de haitianos protestam na R.Dominicana contra deportação
Terra - RSS - Mundo
Cerca de 600 haitianos, em sua maioria imigrantes ilegais, ocuparam hoje uma igreja na fronteiriça província de Dajabón para reivindicar às autoridades locais sua permanência na República Dominicana, depois que viajaram ao Haiti para o Natal.

Israel confirma morte de 3 soldados em Gaza
Último Segundo :: Mundo
Jerusalém, 5 jan (EFE).- Três soldados israelenses morreram e 30 ficaram feridos em Gaza devido à destruição de um edifício atingido por um míssil lançado por milicianos palestinos, informou hoje oficialmente o Exército.Trata-se do ataque mais intenso contra as forças israelenses desde que o Exército do Estado judeu iniciou uma operação contra o movimento islâmico Hamas em Gaza.

O braço armado do Hamas tinha assegurado, nesta tarde, que guardavam "muitas surpresas" para as forças israelenses que iniciaram no sábado passado a invasão terrestre de Gaza.

Em nota, o grupo islâmico citava um arsenal de mísseis antitanque B-29 e um novo tipo de foguete denominado Tandem, que o Hamas usaria contra os israelenses.

Com a confirmação do ataque, se eleva a oito o número de mortos pelo lado de Israel - quatro soldados e quatro civis - desde o início da intervenção militar. EFE amg/rr

Texas polemiza ao planejar executar 13 pessoas em 3 meses
Último Segundo :: Mundo
El Paso (EUA), 5 jan (EFE).- O Departamento de Justiça Penal do Texas (TDCJ) tem programadas para os primeiros três meses deste ano 13 execuções de réus condenados à morte, o que gerou críticas por parte dos detratores deste tipo de pena.O calendário de execuções revela que no primeiro mês de 2009 há programadas sete execuções, a primeira delas a do afro-americano Cortis Moore, para 14 de janeiro.

"O Texas está fazendo o que sempre faz, uma série de execuções aceleradas sem importar se o sistema demonstrou ter erros, que nestes casos são irreversíveis", disse hoje à Agência Efe o diretor da Coalizão para a Abolição da Pena de Morte no Texas, Rick Halperin.

Segundo ele, grave não é unicamente a alta percentagem de hispânicos que as autoridades do Texas pretendem executar nos primeiros meses do ano, mas o número de pessoas que estão perdendo a vida nas mãos do Estado.

Halperin calcula que as programadas para os primeiros três meses de 2009 fazem pensar que o Texas pode superar o número de execuções de anos anteriores.

No ano passado, o estado iniciou suas execuções apenas em junho, após uma moratória que se estendeu de setembro de 2007 a abril de 2008.

Desde 1982, o estado do Texas já executou 423 réus. EFE mpg/rr

Sobe para 33 o número de mortos por queda de barreira na Guatemala
Folha Online - Mundo - Principal
Subiu para 34 o número de mortos na queda de uma barreira ocorrida na noite de domingo (4) na Guatemala. Pelo menos 15 pessoas estão feridas e cerca de 70 continuam desaparecidas segundo as agências de notícias Reuters e Associated Press. Nesta segunda-feira, as equipes de resgate continuaram os trabalhos em busca de sobreviventes.
Daniel LeClair/Reuters
Equipes de resgate fazem a identificação dos corpos de vítimas de desmoronamento de barreira no domingo (4), na Guatemala
Equipes de resgate fazem a identificação dos corpos de vítimas de desmoronamento de barreira no domingo (4), na Guatemala
A tragédia aconteceu em uma comunidade conhecida como Los Chorros, no quilômetro 205 da estrada que liga as cidades de San Cristóbal Verapaz e Chicamán. Leia mais (05/01/2009 - 23h09)

Equador reforça fronteira com Colômbia para eliminar Farc
Terra - RSS - Mundo
O Governo do Equador anunciou hoje a aplicação de um plano de emergência que busca eliminar a presença de grupos irregulares armados colombianos, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), em sua zona fronteiriça.

Morales e líderes governistas impulsionam pleito sobre autonomia
Terra - RSS - Mundo
O presidente Evo Morales e cinco líderes regionais governistas da Bolívia acordaram hoje impulsionar referendos autonomistas nos cinco departamentos (estados) que votaram contra esse regime na consulta de junho de 2006.

Lideranças muçulmanas preparam manifesto contra conflito em São Paulo
Folha Online - Mundo - Principal
Diversas lideranças muçulmanas preparam nesta segunda-feira, na SBM (Sociedade Beneficente Muçulmana), a elaboração de um manifesto a ser realizado na próxima quarta-feira (7) em diversos pontos de São Paulo. Os organizadores irão protestar contra as mortes de mais de 500 palestinos nos conflitos dos últimos dez dias na faixa de Gaza.
Hussein Malla/AP
Estudantes libaneses protestam contra ataques em Gaza e são contidos por policiais
Estudantes libaneses protestam contra ataques em Gaza e são contidos por policiais
Desde o início da ofensiva israelense, em 27 de dezembro, cerca de 2.500 foram feridos na região, alvo de conflitos entre o Exército de Israel e militantes do movimento radical islâmico do Hamas. Leia mais (05/01/2009 - 22h06)

Chávez propõe reeleição ilimitada para governadores, prefeitos e deputados
Folha Online - Mundo - Principal
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, propôs nesta segunda-feira que o projeto de emenda à Constituição para permitir a reeleição indefinida, inicialmente prevista apenas para a presidência, seja estendido a todos os cargos eleitos por voto popular. "Quero que o direito à livre candidatura, sem restrições, como se está planejando, seja ampliado para governadores, prefeitos e deputados nacionais e regionais, para que tenhamos todos o mesmo direito e a mesma dinâmica", pediu Chávez durante um ato do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), no poder.
Francisco Batista/Efe
Hugo Chávez apresenta proposta para estender a reeleição ilimitada para todos os cargos eleitos pelo voto popular na Venezuela
Hugo Chávez apresenta proposta para estender a reeleição ilimitada para todos os cargos eleitos pelo voto popular na Venezuela
Leia mais (05/01/2009 - 22h45)

Espião revela em livro como arriscou a vida infiltrado entre terroristas islâmicos; leia trecho
Folha Online - Mundo - Principal
Vivendo no limite da tensão, lado a lado com os homens que desejavam matá-lo. Assim era a rotina de Omar Nasiri, agente secreto que trabalhou para os principais serviços de inteligência da Europa entre 1994 e 2000. Do submundo das células islâmicas na Bélgica até os campos de treinamento no Afeganistão e as mesquitas radicais de Londres, esse homem arriscou a vida com o objetivo de derrotar a emergente rede global que o Ocidente viria a conhecer como al-Qaeda.
Divulgação
Livro apresenta relato detalhado de como funcionam grupos terroristas.
Livro apresenta relato detalhado de como funcionam grupos terroristas.
No livro "Por Dentro do Jihad -- Uma história de espionagem", pela primeira vez, Nasiri rompe o silêncio e descreve suas histórias e experiências. O agente conta como era a vida dupla, precária e perigosa, oscilando entre o mundo dos jihadistas islâmicos e o dos espiões que os perseguem. Leia mais (05/01/2009 - 22h49)

Maior parte do plano econômico de Obama estará pronta até fevereiro
Último Segundo :: Mundo
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, estimou nesta segunda-feira, em Washington, após uma reunião com sua equipe econômica, que "a maior parte" do plano de reativação estará pronta até o início de fevereiro."Isto levará tempo, por mais que se acelere o programa, antes de vermos o projeto sobre meu escritório. Mas acreditamos que até o final do mês de janeiro ou a primeira semana de fevereiro teremos a maior parte deste trabalho", disse Obama à imprensa, ao lado de seu futuro secretário da Casa Branca, Rahm Emanuel, e do próximo secretário do Tesouro, Timothy Geithner.

"Sobre o calendário para o plano de reativação, faremos o mais importante este mês, não vamos esperar. A razão de minha presença aqui é que apresentaremos nossas últimas idéias ao Congresso", disse Obama, que assumirá a presidência no dia 20 de janeiro.

"Nessa situação, há uma convergência feliz entre o que defendi durante a campanha e aquilo de que a economia necessita hoje: colocar mais dinheiro no bolso do americano comum, que está preocupado com seu emprego".

Aproximadamente 300 bilhões de dólares do futuro plano de reativação econômica, dos 775 bilhões de dólares previstos, deverão ser consagrados a reduzir impostos.

"Nós falamos das escolhas difíceis que teremos de fazer para restaurar a responsabilidade fiscal, de maneira que a economia se endireite e nosso déficit possa ser reduzido", frisou Obama.

"A tarefa mais importante agora é estabilizar o paciente. A economia está muito prejudicada. Está muito doente. Então, temos de adotar todas as medidas possíveis para estabilizá-la. Também temos de reconhecer que se quisermos ver a economia crescer (...) não podemos fazer isso de maneira irresponsável", insistiu.

"Mas nós achamos muito importante ter um plano de reativação e de reinvestimento equilibrado", acrescentou.

Sobre os outros investimentos do plano de recuperação da economia, Obama afirmou que "trata-se de aplicar em empregos que gerem crescimento (...) saúde, tecnologia de informação e energia, que também garantam a competitividade em longo prazo".

emp/LR/tt



ONU e Liga Árabe aumentam pressão sobre Israel para obter cessar-fogo
Último Segundo :: Mundo
Nações Unidas, 5 jan (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e uma delegação da Liga Árabe intensificaram hoje as pressões sobre o Conselho de Segurança das Nações Unidas para que intervenha e coloque fim à ofensiva israelense em Gaza.Ban presidiu uma reunião na sede da ONU com o líder da Liga Árabe, Amre Moussa, na qual coordenaram os esforços para impulsionar uma nova resolução no principal órgão das Nações Unidas em favor de um cessar-fogo.

O secretário-geral, que fez um discurso antes que a reunião fosse fechada à imprensa, insistiu em que o Conselho de Segurança deve "cumprir suas responsabilidades de acordo com a Carta das Nações Unidas e colocar fim a esta crise".

"Devemos insistir em que Israel acabe com seu ataque militar, que foi excessivo, e devemos insistir em que o Hamas pare os lançamentos de foguetes, que são tão contraproducentes quanto inaceitáveis", assegurou Ban.

A reunião com o secretário-geral das Nações Unidas faz parte dos esforços diplomáticos da Liga Árabe para conseguir que o Conselho de Segurança da ONU interceda decisivamente para deter a intervenção israelense em Gaza.

Com esse objetivo, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, deve apresentar pessoalmente na terça-feira no principal órgão da ONU um novo projeto de resolução no qual pede um cessar-fogo, o levantamento do bloqueio de Gaza e o desdobramento de observadores internacionais.

A dúvida é se os Estados Unidos cederão às pressões e apoiarão um texto desta natureza, depois que, no sábado, o país impediu a adoção no Conselho de uma declaração presidencial que pedia o fim da violência.

Ban, que na terça-feira visitará a Casa Branca para se reunir pela última vez com o presidente George W. Bush, antes que este deixe o cargo, afirmou que ressaltará ao líder a necessidade de alcançar o fim imediato das hostilidades e a distribuição em massa de ajuda humanitária à população civil.

Os EUA consideram que os textos que até agora foram propostos ao Conselho são "desequilibrados", pois se centram na operação militar israelense e reduzem a importância das ações do movimento islâmico Hamas.

O embaixador americano perante a ONU, Zalmay Khalilzad, insistiu hoje em que seu país procura que a ação do Conselho de Segurança vá além de simplesmente conseguir um cessar-fogo temporário.

"O que desejamos é uma solução a longo prazo, não um acordo que acabe se desbaratando", ressaltou.

Khalilzad foi um dos embaixadores do Conselho de Segurança com os quais a delegação da Liga Árabe também se reuniu hoje para discutir o projeto de resolução de Abbas.

Moussa destacou, antes desses contatos, que o objetivo primordial da proposta é pôr fim imediatamente ao sofrimento da população civil de Gaza presa no conflito.

"Não podemos perder mais tempo enquanto estiver sendo derramado sangue, por isso precisamos alcançar um acordo o mais rápido possível", advertiu o secretário-geral da Liga Árabe.

Ele ressaltou que os países árabes também não estão dispostos a desprezar a responsabilidade que Israel tem pelo sofrimento que as ações bélicas do país causaram na população palestina.

"Nós, no lado árabe, pensamos que o que ocorreu em Gaza foi, pura e simplesmente, uma agressão contra a população civil, que não tem nada a ver com o Hamas", afirmou.

Israel, por enquanto, se nega a deter a ofensiva até que consiga desarticular a infra-estrutura militar do movimento islâmico, e rejeitou a possibilidade do envio de observadores internacionais a Gaza.

A porta-voz da ONU, Michèle Montas, destacou hoje que o Governo israelense, por enquanto, ignorou o pedido de um cessar-fogo que Ban fez pessoalmente.

"Não houve uma resposta por parte dos israelenses quanto a pôr fim ao conflito, apesar da insistência do secretário-geral", disse.

A intensificação da atividade diplomática em Nações Unidas ocorre lado a lado com o agravamento da situação humanitária em Gaza.

Responsáveis de assuntos humanitários da ONU disseram hoje que aumentou a escassez de alimentos devido às dificuldades existentes para fazer chegar ajuda alimentícia ao território palestino, que segue sendo submetido a um rígido bloqueio.

Os serviços médicos, sobrecarregados pelo número de baixas, estão a ponto de entrar em colapso pela falta de remédios e de instrumentos, acrescentaram. EFE jju/db

Israel rejeita trégua e combates chegam a Gaza
Último Segundo :: Mundo
Os combates entre soldados israelenses e militantes palestinos chegaram nesta segunda-feira à cidade de Gaza, enquanto Israel rejeitava os constantes apelos da comunidade internacional para deter sua ofensiva, que já causou a morte de pelo menos 555 palestinos e de três militares hebreus.De acordo com testemunhas, dezenas de combatentes do Hamas, mas também da Jihad Islâmica, enfrentaram o Exército israelense no bairro de Chujaiya, no leste da Cidade de Gaza, pela primeira vez desde o início da ofensiva terrestre lançada na noite de sábado.

Muitas explosões foram ouvidas no setor, sobrevoado constantemente por helicópteros. O Hamas afirmou ter disparado foguetes antitanque contra pelo menos sete blindados israelenses.

Uma fonte militar israelense confirmou os combates na Cidade de Gaza, praticamente cercada pelos tanques.

Outros confrontos foram registrados no setor de Zeitun, assim como nos arredores das cidades de Jabaliya e Beit Lahya, no norte da Faixa de Gaza.

Segundo as redes de televisão Al-Jazira, do Qatar, e Al Arabiya, do Dubai, pelo menos três soldados israelenses morreram hoje na Faixa de Gaza.

Al-Jazira, que cita "fontes próprias", afirma que três militares israelenses morreram e outros 30 ficaram feridos nos combates desta segunda-feira. Já Al-Arabiya revela que "quatro soldados faleceram nos combates desta noite".

Previamente, o braço armado do movimento islâmico palestino Hamas, as Brigadas Ezzedin al-Qassam, informou ter liqüidado "dez soldados" israelenses e ferido outros 30 na noite de hoje.

Apenas nesta segunda-feira, 50 palestinos, entre eles 12 crianças, morreram nos bombardeios israelenses, segundo o chefe dos serviços de emergência de Gaza, Muawiya Hassanein.

Segundo ele, pelo menos 555 palestinos foram mortos e 2.700 feridos desde o início da operação militar israelense.

Depois da entrada dos tanques na Faixa de Gaza, o Exército israelense reforçou posições às portas de várias cidades do exíguo e superpovoado território palestino de 362 km², que está agora dividido em dois.

A situação humanitária continua piorando na Faixa de Gaza, onde se amontoam 1,5 milhão de pessoas. A maioria dos habitantes sofre com a escassez de água e comida e com os cortes de eletricidade.

O Alto Comissário da ONU para os Refugiados, Antonio Gutierres, pediu a abertura das fronteiras para permitir a fuga dos moradores.

"A situação está muito difícil. Tememos pela vida de nossos filhos. Todos nossos vizinhos já deixaram suas casas", declarou Abu Jamal Khalifa, morador do bairro Al-Zeitun.

Segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR), a "situação é extremamente perigosa e a coordenação do envio de ambulâncias está muito complexa devido aos ataques e as operações militares sem interrupção. Alguns feridos estão morrendo enquanto esperam a chegada do socorro do Crescente Vermelho".

Apesar da ofensiva, os ativistas palestinos continuaram disparando foguetes contra Israel. Desde a noite de domingo, 32 foguetes caíram sobre o sul do Estado hebreu, deixando quatro feridos leves.

Quatro israelenses morreram em conseqüência destes disparos desde o início da ofensiva.

Apesar das mortes e da destruição, Mahmud al-Zahar, o mais influente líder do Hamas em Gaza, garantiu que "a vitória está chegando, graças a Deus".

Pouco depois, Abu Obeida, porta-voz das Brigadas Ezzedin al-Qassam, o braço militar do Hamas, afirmou que "milhares" de combatentes estão prontos para enfrentar o Exército israelense nas ruas de Gaza. O Hamas enviou uma delegação ao Cairo para discutir sobre os meios de acabar com a guerra.

Paralelamente, os esforços diplomáticos continuam, com a presença na região do presidente da França, Nicolas Sarkozy, de uma missão européia e de um emissário do presidente russo Dmitri Medvedev.

Porém, a ministra israelense das Relações Exteriores, Tzipi Livni, jogou um balde de água fria nos partidários do fim iminente das hostilidades, ao afirmar que Israel está determinado a cumprir as metas de sua campanha na Faixa de Gaza. O objetivo declarado é acabar com os disparos de foguetes contra o sul de Israel.

"Combatemos o terrorismo, e não concluiremos um acordo com terroristas", avisou, referindo-se ao Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde junho de 2007. Na véspera, o primeiro-ministro, Ehud Olmert, também se recusara a pôr um fim à ofensiva.

Sarkozy se disse hoje "profundamente preocupado" com a situação na Faixa de Gaza, fazendo novamente um apelo a "um cessar-fogo humanitário de alguns dias", antes de uma reunião em Jerusalém com seu colega israelense, Shimon Peres.

"Sou um amigo, mas quero ser sincero: estou profundamente preocupado com a situação", afirmou Sarkozy à imprensa, ao lado de Peres.

"Precisamos de uma trégua humanitária de alguns dias, do interesse de todo mundo. Israel é forte, Israel tem que se arriscar pela paz", insistiu, afirmando que sempre considerou a segurança do Estado hebreu "uma prioridade".

Mais cedo, Sarkozy acusou o Hamas de ter agido de forma "irresponsável e imperdoável" ao decidir não renovar a trégua com Israel, que expirara em 19 de dezembro, e retomar os tiros de foguetes contra o Estado hebreu.

O Hamas respondeu acusando o presidente francês de "parcialidade total" em favor de Israel.

Abbas, esperado terça-feira em Nova York, na sede da ONU, pediu o fim "imediato e sem condições" da ofensiva israelense.

Em Washington, o presidente George W. Bush disse "entender" o desejo de Israel de se defender, e reiterou que qualquer cessar-fogo tem de incluir garantias de que o Hamas não atirará mais foguetes.

O futuro presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, admitiu hoje que está preocupado com os ataques israelenses a Gaza, mas destacou que não intervirá nas "delicadas negociações" sobre a questão realizadas pelo atual governo americano.

"Insisto em que na área das relações exteriores é particularmente importante respeitar o princípio de que há apenas um presidente, porque neste momento ocorrem negociações delicadas e não podemos ter duas vozes provenientes dos Estados Unidos", disse Obama, em referência ao presidente George W. Bush.

Em Nova York, o chanceler palestino, Riyad al-Malki, anunciou que os países árabes vão apresentar um novo projeto de resolução ao Conselho de Segurança para chegar a um cessar-fogo duradouro em Gaza.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas fará nesta terça-feira uma reunião sobre a operação militar de Israel na Faixa de Gaza, com a presença de chanceleres de vários países árabes e da França, informaram fontes diplomáticas.

O Conselho deve realizar duas reuniões nesta terça-feira, uma pela manhã, a portas fechadas e para consultas, e depois um debate, por volta das 17H00 local (19H00 Brasília).

O debate deve ter a participação do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que se reunirá pela manhã com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.

bur/yw/sd/LR



Empresa Cigna prevê demitir 1.100 funcionários para cortar gastos
Último Segundo :: Mundo
Nova York, 5 jan (EFE).- A companhia de serviços médicos americana Cigna anunciou hoje que cortará 1.100 empregos, a maioria deles na primeira metade deste ano, o que representa uma redução de 4% de seu elenco.

Além disso, pretende reagrupar algumas instalações nas quais opera, explicou em comunicado de imprensa, no qual não deu mais detalhes.

A companhia prevê encargos após impostos de entre US$ 30 milhões e US$ 40 milhões em suas contas do quarto trimestre de 2008 associados a essas medidas.

Com essas iniciativas, a empresa tenta enfrentar a desaceleração da economia e fortalecer sua competitividade nesse setor.

As ações de Cigna fecharam hoje com alta de 2%, até US$ 18,15, em Nova York. EFE vm/db

Dissidentes cubanos tentam se reunir com líderes estrangeiros
Último Segundo :: Mundo
Havana, 5 jan (EFE).- A dissidência interna cubana começou hoje a se mobilizar e a entregar cartas nas embaixadas de países cujos presidentes visitarão Cuba em breve, com o objetivo de se reunir com eles durante sua estadia na ilha.Cuba entra em um mês com uma intensa agenda diplomática que começou hoje com a visita oficial do presidente panamenho, Martín Torrijos, continuará esta semana com as dos governantes do Equador, Rafael Correa, e Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e com a da chilena, Michelle Bachelet, em fevereiro.

Perante este "tráfego" de chefes de Estado, a plataforma dissidente Agenda para a Transição e a médica Hilda Molina foram os primeiros a se aproximar das delegações do Chile e da Argentina em Cuba para solicitar encontros com Bachelet e Cristina.

Também manifestaram sua intenção de fazer solicitações similares outros, como o partido social-democrata Arco Progressista ou a fundadora das Damas de Branco e agora jornalista independente Miriam Leiva.

"Não foram pedidas reuniões, possivelmente esperando que sejam os visitantes os que se reúnam com uma parte da sociedade civil cubana, que leva anos lutando para melhorar a situação em Cuba e que é conhecida no exterior", disse à Agência Efe Leiva.

"Por isso desperta um grande interesse" a visita, acrescentou Leiva, ao destacar que a presidente chilena pode influir ou conversar com o Governo cubano "para que os presos políticos sejam libertados". EFE jlp/db

Chile anuncia plano de US$ 4 bi para enfrentar a crise
Último Segundo :: Mundo
SANTIAGO (Reuters) - A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou na segunda-feira um plano fiscal de 4 bilhões de dólares para estimular o emprego e o crescimento em 2009, em meio à crise financeira internacional. O plano, equivalente a 2,8 por cento do PIB chileno, busca criar as condições necessária para alcançar um crescimento econômico de 2 a 3 por cento em 2009 e a criação de mais de 100 mil empregos de forma direta e indireta. "Enfrentar esta crise internacional será prioridade de meu governo neste ano", disse Bachelet em uma mensagem transmitida por rádio e TV.

O programa, que será financiado com recursos de um fundo de poupança fiscal e com emissões de títulos, incrementa o gasto público em 2009 em cerca de 1 por cento do PIB, ou 1,485 bilhão de dólares. Com isso, os gastos aumentarão 10,7 por cento em 2009.

A alta dos gastos terá como contrapartida maiores ingressos estruturais por conta da depreciação do câmbio e da redução temporária da meta de superávit fiscal de 0,5 por cento do PIB para zero em 2009, disse o Ministério da Fazenda em um comunicado.

Com Abbas, Sarkozy pede fim da violência em Gaza
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O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou nesta segunda feira em Ramallah, na Cisjordânia, que "a violência tem de acabar" na Faixa de Gaza "o mais rápido possível".

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Chile anuncia plano de US 4 bi para enfrentar a crise
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SANTIAGO (Reuters) - A presidente do Chile, Michelle Bachelet, anunciou na segunda-feira um plano fiscal de 4 bilhões de dólares para estimular o emprego e o crescimento em 2009, em meio à crise financeira internacional...

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